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Do lado de cá: mergulho aberto em uma tal cidade chamada FASC

  • 27 de ago. de 2024
  • 2 min de leitura

Atualizado: 28 de ago. de 2024

Crônica | Redigida em 27 de agosto de 2024



Sensata foi Chimarruts ao cantar que quando tudo não parece funcionar, você deve deixar o problema, ficar de boa e vir para o lado de cá. Esses dias, meu “lado de cá” tem sido o FASC, a grama - ou a luz do palco - parece mais verde e eu sinto que me chama para estar lá. Engraçado pensar que eu nunca estive, mas já me sinto íntima.

Vivi em cavernas de Aracaju e nunca tinha ouvido sobre esse tal de FASC até descobrir meu interesse na área da comunicação. Num vai e vem de 2022, ele debuta em minha vida por meio de uma publicação de amigos, como um mero festival. Jovens, música e cachaça, tudo que o tradicional universitário já viveu, vive ou ainda viverá. Fiquei curiosa ao ver várias menções sobre o pisa-macio e, ao ingressar no curso de Jornalismo, só ouvia cada vez mais sobre o evento que mais parecia um feriado local.

O que parecia apenas uma bebida, na verdade carrega tantas pessoas e histórias em uma garrafinha. Uma festa que vem das mãos de tantos vendedores, artistas locais, pessoas que fazem São Cristóvão - e o FASC - funcionar. Na 39° edição, enfim matarei o que está me matando. Da curiosidade e inquietação de um grupo de jovens em entender o fenômeno e estudar os indivíduos que o movem, surge a ideia de unir a comunicação ao FASC, conhecer e espalhar as formas de arte que nele vivem.

Viver isso me emociona ao pensar em tudo que ele engloba, anseio estar desse lado logo e praticar a verdadeira comunicação social, pois o festival em minha vida significa mergulhar de peito aberto nessa cidade chamada FASC, que abraça muito além da festa.


Foto de capa: reprodução de fotorreportagem/Eduarda Gomes e Josielly Amaro


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